
Entre os itens destacados estão o pão de queijo (4,4), o Queijo Minas (4,2), a jabuticaba (4,3), o feijão tropeiro (4,3) e o Queijo Canastra (4,4). No recorte de produtores e marcas, os resultados são ainda mais expressivos: queijarias como Roça da Cidade (5), Serra das Antas (4,9) e Laticínios Paiolzinho (4,9), além de empresas como Odle Chocolates (4,9), Kochen Azeites Saborizados (4,9) e Azeite de Oliva Orfeu (4,9), aparecem entre as mais bem avaliadas.
O desempenho se soma a outros reconhecimentos recentes. No TasteAtlas Awards 23/24, a culinária mineira foi apontada como a melhor do Brasil e posicionada entre as 30 melhores do mundo, com nota 4,36. Já na edição mais recente dos rankings da plataforma, Minas Gerais figura novamente entre os 100 melhores destinos gastronômicos regionais do planeta.
Para o governador Mateus Simões, o reconhecimento internacional confirma a relevância da cozinha mineira como expressão da identidade local. “Quando nossos produtos e sabores aparecem com avaliações tão altas, acima de quatro e chegando a cinco, o que se reconhece é a força de uma tradição viva, profundamente ligada à história, à criatividade e à hospitalidade de Minas Gerais. É um orgulho para o estado e uma demonstração de que Minas se afirma, cada vez mais, como um dos grandes destinos gastronômicos do planeta”.
Ele acrescenta que a gastronomia projeta uma imagem ampla do estado, conectando cultura, turismo e produção. “Nossa cozinha traduz o que Minas tem de mais valioso: autenticidade, memória, qualidade e capacidade de acolher. O pão de queijo, os queijos artesanais, o feijão tropeiro, os doces, os cafés e tantos outros produtos carregam uma história coletiva e uma sofisticação própria”.
Na avaliação do secretário de Estado de Cultura e Turismo, Leônidas Oliveira, as pontuações dão dimensão internacional a uma excelência já reconhecida localmente. “Isso dá visibilidade internacional, em linguagem objetiva, a uma verdade que nós conhecemos profundamente: Minas Gerais é um território de excelência gastronômica, de enorme densidade cultural, afetiva e histórica”.
Segundo ele, o destaque reforça que a cozinha mineira se sustenta não apenas na tradição, mas também na qualidade reconhecida globalmente. “Essas pontuações revelam mais do que preferência de consumo. Elas traduzem uma civilização culinária viva, feita de montanhas, quintais, cozinhas, mercados, fazendas, queijeiros, doceiras, agricultores e famílias inteiras que transformaram alimento em patrimônio”.