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Estado de Minas ESTÉTICA

Já ouviu falar na rinomodelação?

Procedimento estético não é invasivo, mas merece cuidado


postado em 05/02/2019 13:48 / atualizado em 05/02/2019 13:58

(foto: Allure.com/Reprodução)
(foto: Allure.com/Reprodução)

Existem inúmeras cirurgias plásticas à disposição dos brasileiros. Elas ajudam a elevar a autoestima ao corrigir defeitos ou favorecer certas partes do corpo. Não é à toa que o Brasil ocupa o segundo lugar do ranking mundial de procedimentos estéticos, segundo dados da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica e Estética. Um dos tratamentos que mais faz sucesso no país é a rinomodelação, que, ao contrário da rinoplastia, não é invasivo.

O procedimento corresponde ao preenchimento da região do nariz com ácido hialurônico – muito usado na redução das marcas de expressão. De acordo com a dermatologista Joana Barbosa, é possível obter bons resultados a partir desse método, mas é preciso cautela.

A especialista alerta para o cuidado com o uso excessivo e imprudente do ácido hialurônico, que pode ocasionar problemas, inclusive cegueira. Além disso, o tratamento só pode ser feito em consultório e com acompanhamento médico. "Não é qualquer profissional que pode realizar o procedimento. Quando mal executada, a rinomodelação pode causar infecções, necrose da pele e, em casos mais graves, levar até mesmo ao óbito. Por isso, sempre aconselho meus pacientes a passarem por uma avaliação e realizarem o tratamento com médicos qualificados", destaca a dermatologista.

Joana Barbosa esclarece que, quando feita sob supervisão médica adequada, a rinomodelação oferece ótimos resultados e, dependendo do caso, pode até substituir a cirurgia, como a rinoplastia. "Muita gente tem medo dos procedimentos mais invasivos. Nesse caso, a rinomodelação tem algumas indicações e consegue resultados interessantes, mas ela não é indicada para restruturação nasal e mudanças anatômicas. Para esses casos, é necessário rinoplastia", afirma a especialista.

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