
Ainda assim, as vendas no país têm sido tímidas. Mas para quem o preço não é um problema, é bom se inteirar sobre detalhes como capacidade da bateria, potência, torque, desempenho, tempo de recarga, autonomia (de 234 a 470 quilômetros) e despesa com energia elétrica, elementos que variam de acordo com o modelo do carro. E é claro, a pergunta que não quer calar: onde encher o tanque, ou seja, carregar o veículo? Esse tem sido o principal dilema dos futuros proprietários de carros elétricos. Ainda são poucos os locais que possuem postos de abastecimento, entre eles shoppings centers, centros comerciais e alguns postos de empresas privadas espalhados nos grandes centros urbanos.



O que promete ser o futuro do mercado automotivo chega de mansinho no Brasil, mas já dá sinais de crescimento. Segundo a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), em 2020 o número de veículos eletrificados no país chegou a 42,2 mil unidades, o que equivale a 1% da frota total. A previsão é de que o mercado nacional de automóveis elétricos e híbridos cresça de 300% a 500% nos próximos cinco anos. Pelo jeito, o futuro já bate à nossa porta.