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Estado de Minas SAúDE

Não deixe de fazer o autoexame das mamas

Segundo o Instituto Nacional do Câncer, quase 60 mil novos casos de câncer de mama devem ser registrados no Brasil em 2017


postado em 19/10/2017 13:43 / atualizado em 19/10/2017 14:01

A importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama é o foco da campanha internacional Outubro Rosa. O nome da campanha remete à cor do laço que simboliza, mundialmente, a luta contra o câncer de mama e estimula a participação da população, de empresas e entidades: o rosa. Durante todo o mês, alguns monumentos em todo o Brasil se iluminam com essa mesma cor.

A mobilização mundial também chama a atenção para dados alarmantes. Por aqui, as mulheres devem enfrentar, em 2017, 57.960 casos novos de câncer de mama, de acordo com estimativa do Instituto Nacional do Câncer (Inca). Este é o tipo de cancro mais comum entre as mulheres no mundo e o segundo no Brasil, respondendo por cerca de 28% dos casos novos a cada ano no país. Em 2015, 15.403 mulheres morreram por conta do câncer de mama.

Nem todas as mulheres sabem, mas existem vários tipos de câncer que afetam as mamas. Parte deles evolui de forma rápida. A maioria dos casos é acompanhado por perspectivas otimistas, se tratados de precocemente.

Autoexame

O Inca orienta que as mulheres façam a observação e a autopalpação das mamas sempre que se sentirem confortáveis para tal, sem necessidade de uma técnica específica de autoexame ou de determinado período do mês.

Para o mastologista Marcelo Bello, além do autoexame, é importante conhecer os fatores de risco da doença. "Manter uma dieta saudável, estar dentro do peso ideal, praticar alguma atividade física e reduzir ou evitar o consumo de bebidas alcoólicas podem reduzir bastante o risco de aparecimento da doença", afirma o especialista.

Rede pública

De acordo com o Ministério da Saúde, em 2016, foram realizadas 4,1 milhões de mamografias no Sistema Único de Saúde (SUS). A faixa etária prioritária, mulheres de 50 a 69 anos, representa a maior parte do atendimento, ou seja, 2,55 milhões de exames.

A rede pública de saúde oferece assistência integral aos pacientes com câncer, desde diagnóstico, tratamento, acompanhamento até oferta de medicamentos. Os recursos destinados a esse atendimento cresceram 49% entre 2010 e 2016, chegando a R$ 3 bilhões no ano passado.

Para tratar o câncer de mama, o SUS oferece cirurgias oncológicas (mastectomia, conservadoras e reconstrução mamária), radioterapia e quimioterapia.

(com Portal Brasil, Ministério da Saúde e Inca)

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