Estado de Minas ESTUDO

Intercâmbio segue em alta, apesar de incertezas nas políticas migratórias

Momento exige atenção às escolhas em função do cenário, pautado pelo nacionalismo e protecionismo político


postado em 17/03/2026 06:32 / atualizado em 17/03/2026 07:06

Seja qual for o destino, com mais ou menos obstáculos, o planejamento é essencial(foto: Freepik)
Seja qual for o destino, com mais ou menos obstáculos, o planejamento é essencial (foto: Freepik)
Pelos corredores das cobiçadas universidades e escolas dos Estados Unidos e da Europa, onde tantos jovens brasileiros, especialmente mineiros, projetam pesquisa, formação diferenciada e fluência em novos idiomas, o intercâmbio segue aquecido, embora sob ventos por vezes imprevisíveis. Nos EUA, políticas migratórias mais rígidas, maior escrutínio na emissão de vistos e incertezas administrativas sob o comando do presidente Donald Trump transformaram a empolgação do embarque em cautela redobrada. Na Europa, debates sobre fronteiras e identidade convivem com iniciativas que estimulam a mobilidade acadêmica.
 
Seja cursando o ensino superior (Higher Education) ou médio (High School), estudantes que conversaram com a Encontro revelaram que, com maiores ou menores desafios, o intercâmbio é uma grande experiência e vale cada obstáculo.  Para eles, o cenário é de oportunidades reais, porém, mais competitivas, exigindo planejamento, resiliência e atenção às regras. Apesar das barreiras, a busca por formação internacional segue em alta. 
 
Christina Bicalho, vice-presidente STB: agência foi fundada em 1971 e com expertise no mercado de intercâmbios (foto: STB/Divulgação)
Christina Bicalho, vice-presidente STB: agência foi fundada em 1971 e com expertise no mercado de intercâmbios (foto: STB/Divulgação)
Christina Bicalho, vice-presidente da STB, agência fundada em 1971 e com expertise no mercado, alerta que fazer um intercâmbio é uma decisão que, de fato, exige cautela. Ela concorda que seja natural que as pessoas tenham preocupações relacionadas ao contexto do destino no momento da decisão. E defende o papel da consultoria, que auxilia a identificar as melhores estratégias para cada estudante se sentir mais seguro.
 
Se, no momento, o maior receio recai sobre os EUA, há outras partes do mundo, lembra a executiva. “Quem está mais sensível às notícias envolvendo os EUA, tem a opção de trilhar outros caminhos por instituições de excelência das americanas. Como na Austrália, na University of Technology Sydney (UTS), que está entre as 100 melhores do mundo. Além de inovação, o destino é conhecido por abraçar os estudantes internacionais, além de ter uma incrível conexão com o mercado asiático que é o lar de grandes economias mundiais”.
 
A empresária aponta também que o Canadá voltou à cena em 2025 após ajustes nas regras de vistos, mantendo ensino forte e foco no mercado de trabalho. Já a França, atrai estudantes de pós-graduação e mestrado. Mesma análise para a Alemanha.
 
Em relação ao High School, Nathalia Reis, consultora da empresa CI Intercâmbio, empresa especializada neste segmento e com unidades em BH e Nova Lima, destaca que o movimento para outros destinos diferentes dos EUA só cresce. “Um dos principais motivos é a maior facilidade em relação aos vistos, o que torna todo o processo mais simples e acessível às famílias”, afirma. Neste segmento, o Canadá também é um dos destinos mais fortes por oferecer equilíbrio entre segurança, qualidade de vida e custo, segundo a especialista. “É um combo atrativo”, determina. 
 
Ao mesmo tempo, ela enfatiza um crescimento expressivo de Inglaterra, Austrália e Nova Zelândia. “Esses países ganharam ainda mais destaque por serem seguros, receptivos e oferecem ótimo custo-benefício. No caso da Austrália e da Nova Zelândia, um diferencial importante é o clima, além do calendário letivo, que começa no mesmo período do ano letivo brasileiro, o que facilita o planejamento”, diz.
 
Mudança nas regras
 
Se uma universidade americana é o seu sonho, Christina Bicalho afirma que uma das principais mudanças para brasileiros se refere à inclusão das redes sociais entre os itens de checagem para a concessão do visto. “Estudantes que, em algum momento, tiveram alguma questão específica com a emissão de outros vistos, também sentem que precisam apresentar um maior número de documentos em relação aos demais. No entanto, de maneira geral, os vistos de estudantes legítimos não sofreram grande impacto”.
 
No entanto, ela enfatiza que o STB já garantiu a colocação de 100% de seus estudantes em diferentes instituições. Exemplos recentes são a University of South Carolina, que é nº 1 em International Business nos EUA, de acordo com a U.S. News, e a University of Utah, grande destaque nos programas da área da saúde em que seus estudantes têm a possibilidade de se preparar para o ingresso em medicina com o Pre Med. 
 
Mercado em alta 
 
No caso específico de Higher Education, a vice-presidente do STB revela que houve um crescimento de 15% no número de embarques para programas de graduação, pós, Semestre Acadêmico e Summer Universitário no exterior. “Os estudantes costumam buscar por programas de Higher nos EUA de forma genuína por terem maior conhecimento do plano de estudos, estilo de vida e excelência de ensino. Os números para este destino não caíram, mas sentimos um aumento pela Europa. Destinos como Itália, Alemanha e Espanha têm valores atrativos. Além disso, muitos brasileiros aproveitam a dupla cidadania, a possibilidade de trabalho e extensão da permanência depois da formação”.
 
Seja qual for o destino, com mais ou menos obstáculos, Christina Bicalho avisa que o planejamento é essencial. “Fazer graduação no exterior exige planejamento de longo prazo. Quanto antes se informar sobre possibilidades, sistemas educacionais e formas de ingresso, maiores as chances de uma escolha assertiva.” Outra recomendação é buscar consultoria sólida com amplo portfólio para desenhar uma jornada personalizada conforme objetivos e perfil do estudante.
 
Intercâmbio na High School 
 
No ensino médio, o mercado também segue aquecido, mesmo tendo ajustes. Dalvânia Pimenta, sócia da CI Intercâmbio, afirma que os vistos J-1 e F-1 para os EUA seguem regulares. “A principal atualização, implementada em 2025, é a exigência de que os perfis de redes sociais dos solicitantes permaneçam abertos (públicos) durante o período de análise do visto. O posicionamento das escolas permanece o mesmo. Como não houve mudanças que afetem a estrutura dos programas, as orientações continuam as mesmas”.
 
Dalvânia Pimenta, sócia da CI Intercâmbio BH e Nova Lima(foto: Carol Carvalho/Divulgação)
Dalvânia Pimenta, sócia da CI Intercâmbio BH e Nova Lima (foto: Carol Carvalho/Divulgação)
E o interesse das famílias pelos programas de High School nos EUA segue alto, de acordo com Cristiana Ramos, consultora da CI Nova Lima. O que ela percebe é que, agora, há mais cautela: “O que é natural diante do cenário atual. Ainda assim, os planos seguem, com planejamento, informação e tomada de decisão mais consciente”.
 
Ao analisar os números de 2024 para 2025, a agência registrou crescimento de 2%, mostrando que a demanda se manteve estável, com leve alta. Já na comparação de 2025 para 2026, observou-se uma redução de 22%. 
 
O custo
 
Quanto ao investimento, que também tem de ser gerenciado com muita consciência, Christina Bicalho explica que varia de acordo com o programa, destino e instituições escolhidas. “Temos o Summer Programs a partir de US$ 2.000 (duas semanas) em destinos como Itália e Hong Kong. O semestre universitário custa € 6.000 em um curso para o programa em Barcelona. A graduação começa em € 11.000/ano na Alemanha, Itália e Espanha, e cerca de US$ 31.000 pelo primeiro ano nos EUA, em instituições como a Florida International University. ”Na Queen’s University Belfast, membro do Russell Group, o custo gira em torno de 21.000 libras esterlinas/ano incluindo curso, acomodação e taxas. “É uma instituição de ótimo custo-benefício, em uma das capitais com menor custo de vida do Reino Unido.”
 
Já a CI não revela as escolas com que trabalha e nem qual recebe mais brasileiros. Por outro lado, Cristiana Ramos diz que o investimento em um programa de High School “começa em torno de R$ 58 mil, mas tudo depende do perfil do aluno e do planejamento”. 
Bolsas de estudo via governo brasileiro
 
Se a ideia é estudar no exterior com apoio do governo brasileiro, há dois caminhos principais para seguir: a Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) e o CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), ambos oferecem diversas bolsas de estudos no exterior, focadas principalmente na pós-graduação e pesquisa. Outra opção é o PDSE (Doutorado Sanduíche no Exterior), que permite fazer parte do doutorado em uma instituição estrangeira. 
 
Entre as organizações privadas sem fins lucrativos, vale destacar as bolsas de estudos da Fundação Lemann, via programa Lemann Fellowship. Por meio de parcerias com grandes universidades, como Harvard, Oxford, Stanford, Columbia, Chevening e Massachusetts Institute of Technology (MIT), o Lemann Fellowship foca em pesquisa e liderança para o desenvolvimento social no Brasil. Todo o processo seletivo é realizado pelas universidades parceiras.
 
A vida como ela é...
 
“Depois de três anos, as leis estão diferentes”

Miguel Giacomossi Korbage, estudante de Industrial Engineering na Oregon State University (EUA) (foto: Arquivo Pessoal/Divulgação)
Miguel Giacomossi Korbage, estudante de Industrial Engineering na Oregon State University (EUA) (foto: Arquivo Pessoal/Divulgação)
“Sob o ponto de vista de um estudante internacional, eu diria que quando cheguei, há dois anos, as leis funcionavam de uma maneira e, depois de três anos, estão diferentes. Há muita desinformação nas notícias, o que não ajuda muito, mas acho que a estrutura ainda continua rígida, funcionando e dá para navegar. A instabilidade traz uma certa incerteza, principalmente para as pessoas novas entrando no processo de estudar ou trabalhar nos EUA. No entanto, as empresas estão acostumadas e as contratações continuam. É uma vida tranquila, cidade pequena, mas tem de tudo, natureza, universidade gigantesca, muita pesquisa, laboratórios de robótica a nuclear. Vou fazer meu primeiro estágio agora, é diferente, legal, aprendi muito mais e mudou minha visão sobre estudos. É uma oportunidade de ouro e aproveito o máximo que posso”.
 
Miguel Giacomossi Korbage, de 22 anos, estudante de Industrial Engineering na Oregon State University (EUA)

“Ser intercambista é estar em constante descoberta”
 
Maria Luiza Soares, aluna do HS no Alabama (EUA) (foto: Arquivo Pessoal/Divulgação)
Maria Luiza Soares, aluna do HS no Alabama (EUA) (foto: Arquivo Pessoal/Divulgação)
“Moro no Alabama, nos EUA, desde agosto de 2025. Viver uma High School é uma experiência intensa e transformadora. Estou tendo a oportunidade de cursar matérias bem diferentes das que estava acostumada no Brasil, como empreendedorismo, cosmetologia e produção de TV. Decidi entrar para o time de futebol e fiz parte do time de Cross Country, formas de fazer amizades e viver experiências. Os maiores aprendizados não ocorreram apenas dentro da sala de aula. Aprendi sobre independência, responsabilidade, adaptação e a lidar com desafios sozinha. Apesar de tantas mudanças no cenário político americano, não senti nenhuma alteração na minha vivência como estudante internacional. Sempre fui bem recebida por alunos e professores, e muitas vezes percebi curiosidade e interesse em conhecer mais sobre o Brasil.” 
 
Maria Luiza Soares, de 17 anos, aluna do HS no Alabama (EUA)

“O desenvolvimento pessoal é rico” 
 
Rafaela Higuchi, aluna do HS em Worthing (Inglaterra) (foto: Arquivo Pessoal/Divulgação)
Rafaela Higuchi, aluna do HS em Worthing (Inglaterra) (foto: Arquivo Pessoal/Divulgação)
“Em 2025, tomei a decisão, com o apoio da família, de passar seis meses na Inglaterra. Optei por uma cidade do interior, no litoral oeste do país, Worthing, onde atualmente resido em uma casa de família, a ‘host family’. Moro com mais duas intercambistas, uma mexicana e uma alemã. As primeiras semanas foram desafiadoras porque não há como abstrair a saudade de casa e da família. Imaginava que não seria fácil, mas sabia também que precisava sair da minha zona de conforto. Além do ganho curricular, o desenvolvimento pessoal é rico, conviver com gente de todas as partes e saber lidar com costumes e personalidades diferentes. Acredito que a longo prazo todo desconforto e estranhamento valem à pena, porque criam cidadãos do mundo preparados e dispostos a enfrentar qualquer barreira. Por isso, ser intercambista é desfrutar ao máximo dessa experiência, com confiança e mente aberta”.
 
Rafaela Higuchi, de 16 anos, aluna do HS em Worthing (Inglaterra)

De olho nas novas regras
 
Na Europa: Cidadãos brasileiros que entram sem visto na zona Schengen (turismo/estudo até 90 dias), a partir do último trimestre de 2026, terão de apresentar o Sistema Europeu de Informação e Autorização de Viagem (ETIAS). Não é um visto físico, mas será obrigatório. Para estudos longos, segue a exigência de vistos de estudantes nacionais de cada país, com controle na entrada mais rigoroso.
 
Nos EUA: Entrevistas obrigatórias e presenciais mais detalhadas e custos maiores, como a taxa de integridade (Visa Integrity Fee); maior rigor na biometria e redes sociais, com revisão de até cinco anos de histórico nas publicações e interações; revisão de vistos atuais, com aumento na fiscalização dos já emitidos, com revogações para estudantes que descumprem regras e um processo mais criterioso. Atenção à documentação: mantenha cartas de aceitação da escola, comprovação financeira e seguro viagem impecáveis.
 
Intercâmbio de brasileiros nos EUA e Europa só cresce

Sérgio Fulgêncio, sócio-administrador e diretor da Greentour(foto: Samuel Gê)
Sérgio Fulgêncio, sócio-administrador e diretor da Greentour (foto: Samuel Gê)
Com 45 anos de mercado, o Greentours faz parte do Green Group, composto pelo Green Idiomas, Green Intercâmbio, Green Trip, Green Books e Greentours. Sérgio Fulgêncio, sócio-administrador e diretor da Greentours, assegura que, apesar do cenário de mudanças e conflitos internacionais em escalada – como o recente ataque de EUA e Israel ao Irã –, as famílias podem ficar tranquilas porque, em relação ao universo estudantil, não há qualquer impedimento, empecilho ou dificuldades para quem deseja estudar nos EUA ou Europa, via high school ou formação acadêmica. Ele afirma, inclusive, que o mercado de intercâmbio cresce a cada ano.

“A procura por intercâmbio aumenta todos os anos e o brasileiro entende que é um diferencial na vida e há estímulos para buscá-lo. Quem estuda em escola bilíngue, por exemplo, quer buscar a vivência no exterior e algumas instituições têm parceria com algum intercâmbio para o chamado Summer Camp, que são cursos de verão, nas férias de inverno no Brasil”, afirma o empresário.

De acordo com Fulgêncio, no Brasil, os intercâmbios mais vendidos são de high school, “para quem está cursando o primeiro e o segundo ano do ensino médio, principalmente, sendo mais raro para quem está no terceiro. E, por um período de seis meses a um ano. Os EUA são o país mais procurado. Além de Inglaterra, Austrália, Nova Zelândia, com destaque para o Canadá que, assim como os EUA, têm valores mais convidativos e é mais próximo do Brasil. Esse intercâmbio tanto pode ser em escola pública, comum nos EUA, quanto em instituição privada, com diferença de valor”, afirma.

Há também o Business English, outro curso de curta duração via intercâmbio, voltado para um inglês corporativo, ou ainda a opção de uma especialização em inteligência artificial ou relações internacionais. “Seja qual for a opção de intercâmbio, o valor é de acordo com a instituição, seja pública ou privada. Portanto, não existe nada sendo afetado globalmente, seja nos EUA ou em qualquer outra nação”, informa.

O intercâmbio nos EUA não está sendo atingido pela administração do governo Donald Trump, afirma o empresário: “Quem está indo para estudar ou fazer turismo não precisa ter preocupação porque nada de ruim vai acontecer”, garante. “Já os cortes federais que o Trump tem feito em universidades são mais específicos e não afetam o estudante brasileiro”, diz.

Fulgêncio também não vê obstáculos na Europa: “Não tem tido nenhum dificultador. Há proposta de entrar no continente com o chamado visto eletrônico, que até já existe nos EUA para quem tem passaporte europeu. Deve custar em torno de € 20 a € 30, com validade de três anos, para turismo e curso de curta duração. Não é caro e é sem complicação”, comenta. De acordo com ele, os vistos para estudantes, seja americano ou para outros países, continuam sendo emitidos e entregues da mesma maneira, sem dificuldade. 

Opções de destinos
 
Confira países com programas governamentais de incentivo ao estudo de estrangeiros
 
Erasmus – Europa
Programa criado pela União Europeia para promover o intercâmbio acadêmico.  Nele, estudantes podem passar de 3 a 12 meses em uma universidade parceira na Europa ou fazer estágios em empresas da região, proporcionando experiência prática. (erasmus-plus.ec.europa.eu/pt-pt)
 
Chevening – Reino Unido
É um programa de bolsas de mestrado do governo britânico que oferece apoio financeiro a estudantes estrangeiros para que se tornem lideranças globais. (www.chevening.org/scholarship/brazil/)
 
DAAD – Alemanha
O DAAD (Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico) promove a internacionalização do ensino superior na Alemanha, oferecendo bolsas de estudo de graduação, mestrado e doutorado. (www.daad-brasil.org/pt/)
 
Eiffel Excellence – França
Iniciativa do governo francês destinada a atrair estudantes internacionais de alto nível. As bolsas são destinadas a estrangeiros de até 30 anos para mestrado e pesquisadores internacionais de até 35 anos para doutorado. (www.campusfrance.org/en/france-excellence-eiffel-scholarship-program)
 
NL Scholarship – Holanda
Destinado a estudantes internacionais que desejam estudar em universidades de pesquisa e universidades de ciências aplicadas na Holanda. (www.nuffic.nl/en/nl-scholarship)
 
Swiss Government Excellence Scholarships – Suíça
Programa de bolsas do governo suíço para apoiar estudantes que desejam fazer estudos de pós-graduação ou pesquisa no país.  (www.sbfi.admin.ch/en/swiss-government-excellence-scholarships)
 
Stipendium Hungaricum – Hungria
O governo húngaro oferece bolsa de estudo em diversas áreas: ciências exatas e engenharia, ciências sociais e humanidades, medicina e saúde. (stipendiumhungaricum.hu/)
 
MEXT – Japão
O MEXT (Ministério da Educação, Cultura, Esportes, Ciência e Tecnologia do Japão) busca atrair talentos internacionais com o objetivo de promover a educação e a pesquisa no país. (www.br.emb-japan.go.jp/itpr_pt/bolsas_programas.html)
Hong Kong PhD Fellowship Scheme – Hong Kong
Programa destinado a atrair estudantes internacionais de alto nível para realizar pesquisas de doutorado em universidades de Hong Kong. (gs.hkbu.edu.hk/admission/hong-kong-phd-fellowship-scheme)
 
Fulbright – Estados Unidos
Um dos maiores programas de bolsas de estudo do mundo. Atuante desde 1946, leva estudantes de diversas nacionalidades para estudar nos EUA. O programa oferece bolsas para estudantes, acadêmicos, artistas, cientistas, professores e profissionais que desejam compartilhar conhecimento e aprimorar seus talentos. (fulbright.org.br/)

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